7 de out. de 2011
True Outspeak - 5 de outubro de 2011
Gravação do programa True Outspeak, de Olavo de Carvalho, transmitido em 5 de outubro de 2011.
Fonte: Mídia Sem Máscara
5 de out. de 2011
DeLois Barrett Campbell | The Barrett Sisters
Olá meus amigos!
Hoje quero falar mais um pouquinho da DeLois Barrett Campbell. Que voz maravilhosa! Que potência! Que incrível! Além de cantar muito bem, as expressões dela na interpretação das canções me deixa entusiasmado. DeLois me lembra muito Mahalia Jackson, não é a toa que Mahalia influenciou esse estilo tão peculiar do grupo The Barrett Sisters.
Aí está uma bela apresentação das 3 irmãs, cantando: "The Lord Reigneth".
Desejo a todos um excelente dia!
Abraços!
3 de out. de 2011
Ódio faz mal à saúde
Escrito por Olavo de Carvalho | 02 Outubro 2011
Artigos - Cultura
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A troca do específico pelo genérico é um dos meios mais torpes de falsificar as palavras alheias. Ninguém recorre a ele sem ser movido por ódio extremo à pessoa da vítima.
Se existe neste país uma vítima de hate speech, sou eu, tendo como único concorrente possível o Reinaldo Azevedo. Já recebi centenas de mensagens que ensejavam a minha morte ou a celebravam antecipadamente, isto quando não prometiam tomar as medidas necessárias para que ela se produzisse o quanto antes.
Muitas alegavam, como justificativa dessa proposta singela, nada mais que as reações fisiopatológicas que seus remetentes haviam sentido ante argumentos e explicações que, por falta de resposta possível, os enchiam de raiva impotente, o mais desconfortável e humilhante dos sentimentos humanos.
Muitas alegavam, como justificativa dessa proposta singela, nada mais que as reações fisiopatológicas que seus remetentes haviam sentido ante argumentos e explicações que, por falta de resposta possível, os enchiam de raiva impotente, o mais desconfortável e humilhante dos sentimentos humanos.
Eis uns trechos da mais recente, enviada por um tal Wanderley Lima, e-mail pilgrimoz52@yahoo.com.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. (por que deveria eu ocultar a identidade do delinqüente?):
“Comprei e li seu livrinho sobre Maquiavel. Fez-me bem, fazia tempo que não conseguia vomitar, pena que a sensação de nojo não passou ainda. Acho, sinceramente, que está na hora de você morrer, sei lá, uma doença fatal, um atropelamento, despencar do elevador... Não vale queda de avião porque vai exigir que outros ou outro vá junto... se bem que, se você conseguir reunir seus amigos, fãs e admiradores talvez a idéia do avião não seja em vão. Para alguém como você o ar que respira faz falta em gente que precisa dele, ar, para viver; sua vida não merece continuar carregando seu cérebro (?), corpo e quejandos. Hum... tente veneno de rato, dizem que faz milagre em matéria de matar.”
A expressão de desejos assassinos acompanhados de desarranjos gastro-intestinais é a forma usual de crítica literária que os imbecis exercem a respeito dos meus escritos. Prova inequívoca de que odiar faz mal à saúde.
A coisa vem de longe. Já no ano de 2000 eu escrevia à Folha de S. Paulo, em resposta a duas cartinhas ali publicadas (confiram em http://www.olavodecarvalho.org/textos/sintomas.htm):
“A constância obsessiva com que expressões de repugnância física - asco e desejos de vômito - aparecem nos protestos das pessoas que me odeiam é para mim um motivo de lisonja e satisfação. Assinala que, diante dos meus escritos, essas criaturas se vêem privadas do dom de argumentar. Paralisada a sua inteligência pela obviedade do irrespondível, vem-lhes o impulso irrefreável de uma reação física. Já que lhes arranquei a língua, querem sair no braço. Mas, como bater em mim seria ilegal e ademais as exporia à temível possibilidade de um revide, a última saída que lhes resta é voltar contra seus próprios corpos o sentimento de raiva impotente que as acomete, donde resulta todo um quadro sintomatológico de diarréia, tremores, cólicas e convulsões. Não suportando passar sozinhas por tão deprimente experiência clínica, apressam-se então em registrá-la por escrito e publicá-la na Folha de S. Paulo, na esperança de que alguém mais forte, revoltado ante a exibição de tanto sofrimento, dê cabo do malvado autor que as deixou nesse estado miserável. Como esse anseio não se realizará, o que se recomenda para o momento é o tratamento de praxe com soro fisiológico para contrabalançar a perda de fluidos vitais.”
Mas sempre aparece algum mais esperto, -- daquela esperteza que é a imitação simiesca da inteligência -- que, em vez de expressar ódio francamente, procura despertá-lo nos outros enquanto ele próprio se esconde por trás de uma fachada de neutralidade superior.
Anos atrás, um grupo de constipados, diarréicos e dispépticos montou no Orkut uma comunidade sob o título “Nós odiamos o Olavo de Carvalho”. Tempos depois, tendo subido um grau na escala da malícia, trocaram o nome da coisa para “O Olavo de Carvalho nos odeia”, imaginando que a camuflagem tosca faria deles, retroativamente, a pura imagem do amor injustiçado.
Não foi substancialmente mais engenhoso o seguinte ardil, um dos vários que Nara Alves e Ricardo Galhardo tramaram contra mim: sabendo que falsificava completamente o sentido das minhas palavras, a dupla de IGnóbeis espalhou que prego “a pena de morte para comunistas”, dando a impressão de que desejo exterminar pessoas por motivo de ideologia, quando na verdade, ao citar como modelo os tribunais de Nuremberg e do Camboja, eu havia deixado claro como o dia que se tratava de julgar crimes contra a humanidade praticados por líderes e intelectuais comunistas, e não a mera adesão a uma idéia ou partido.
O que Alves & Galhardo fizeram comigo é exatamente o mesmo que, diante de quem defendesse a introdução da pena máxima no nosso Código Penal para crimes hediondos, acusar o sujeito de querer “a pena de morte para brasileiros”.
A troca do específico pelo genérico é um dos meios mais torpes de falsificar as palavras alheias. Ninguém recorre a ele sem ser movido por ódio extremo à pessoa da vítima. Apenas, sendo covardes e hipócritas demais para declarar o que sentem, os dois preferiram se esconder por trás de uma simulação de jornalismo, instigando milhares de paspalhos como Wanderley Lima a exclamar em público o que eles próprios só ousam sussurrar entre dentes.
NB -- O exemplo de Niemeyer, que em resposta a uma pergunta de ouvinte forneci naquele programa, foi monstruosamente exagerado e, reconheço, injusto. Tipos como ele, Picasso, Chomsky ou Sartre são culpados de vender uma boa imagem das ditaduras comunistas, ocultar sistematicamente os seus crimes e obter lucros milionários dessa atividade abjeta, mas isso não justifica pena de morte. Indenizações às famílias das vítimas seriam punição suficiente. Niemeyer, é verdade, está velho demais para ser levado a julgamento – uma consideração que os comunistas ignoram solenemente quando querem executar ou encarcerar alguém – e vai levar consigo para o túmulo seus crimes impunes.
Fonte: Mídia Sem Máscara
2 de out. de 2011
The Barrett Sisters
The Barrett Sisters
Hoje quero fazer uma homenagem ao grupo "The Barrett Sisters". Se trata de um grupo norte americano, conhecido pelo talento vocal na música góspel. Para que não fique dúvidas, não sou protestante e nem ecumênico, mas reconheço o talento dessas mulheres na música.
Reconhecendo o talento e a raríssima vóz do grupo The Barrett Sisters, faço essa homenagem de modo especial à DeLois Barrett Campbell, que faleceu em 02 de agosto de 2011, com 85 anos de idade.
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| Delois Barrett Campbell 12/03/1926 – 02/08/2011 |
Por mais de 30 anos, DeLois Barrett Campbell, Billie Barrett GreenBey e Rodessa Barrett Porter, conhecidas internacionalmente como The Sisters Barrett, levantaram suas vozes no mei góspel!
Chamado "The Sweet Sisters of Zion" por muitos, por causa de sua mistura vocal que se apresenta com um toque especial , essas cantoras gospel de renome internacional são nasceram em Chicago, Illinois. Quando crianças, nos anos trinta, foram treinadas por sua tia, Mattie Dacus, e começaram a cantar com um primo. Criadas por pais protestantes, elas, juntamente com seus sete outros irmãos, não tinham permissão para ouvir o blues populares do dia, mas é evidente que ouviram em algum lugar, uma vez que formam uma estilo de base em todo o seu trabalho.
Suas jovens vidas efetuada pela tragédia da depressão e marcado pelos resultados da pobreza e da doença (que perderam irmãos várias vezes para a então prevalecente tuberculose), elas não tinham outros sonhos do que de sobrevivência. Como muitos de seus contemporâneos, elas pensaram que a única esperança no talento musical poderia ter se fosse no mundo secular. Mas elas sabiam que isso iria ferir profundamente seus pais como os Barrett mais velhos acreditavam verdadeiramente que a música do mundo não tinham lugar na vida dos protestantes.
Enquanto ainda estava no colegial, DeLois, a mais velha das três meninas, começou a cantar, com os famosos cantores Roberta Martin, emergindo como um dos maiores solistas da nação. Quando seu amigo, o grande Dinah Washington, sugeriu que ela abandonasse o protestantismo para seguir carreira com o blues, DeLois se sentiu verdadeiramente tentada. Mas depois de muita consideração e de oração, ela logo percebeu que o blues não era o que Deus tinha em mente para ela. Mas ela desejou sucesso ao amigo. Para ela foi muito triste quando Dinah faleceu, pois não viveu o suficiente para desfrutar de sua próprias realizações.
Seu trabalho com Roberta Martin Singers, embora não tenha sido um empreendimento lucrativo, levou -a em todo o país e apresentou-se ao mundo. Mas isso também logo chegou a um impasse quando se casou e começou a criar uma família. Seu trabalho seria agora relegado para sua casa e de ser esposa de um pastor.
Enquanto isso, suas irmãs estavam ocupadas estudando as suas embarcações e buscar a vida familiar também. Até então, Billie tinha-se tornado agora um solista em seu próprio direito e Rodessa estava escrevendo música e dirigindo um coro em Gary, Indiana. Em meados dos anos sessenta, as irmãs se reagruparam e, com a ajuda de Roberta Martin e muitos outros, passaram a gravar seu primeiro álbum na etiqueta Savoy, "Jesus Loves Me". Desde aquela época, The Sisters Barrett tornou-se um dos grupos líderes mundiais em protestantes do sexo feminino e um dos mais antigos grupos que ainda viajavam para levar a frente seu trabalho.
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| The Sisters Barrett |
Ao longo da sua carreira, The Sisters Barrett têm sido associados com celebridades e grandes nomes do entretenimento. Na década de 1940, o Thomas Dorsey se juntou ao National Convention Singers. Desde então, The Sisters Barrett têm aparecido com numerosas estrelas, incluindo o falecido Rev. James Cleveland, Andre Crouch, O Poderoso Clouds of Joy, Shirley Caesar, The Winans e Patti LaBelle.
As Irmãs Barrett têm realizado apresentações em inúmeras igrejas protestantes, em concertos de grande prestígio, incluindo o Lincoln Center em Nova York; Constitution Hall, em Washington, DC; Orchestra Hall em Chicago, e DeVille Theatre, em Paris. Em 1983, elas representavam os Estados Unidos como Embaixadoras da Boa Vontade para a África e, em 1987, elas gastaram seis semanas representando o país no Pacífico sul. Tocaram para vários dignitários, incluindo o Rei da Suécia e do Presidente do Zaire, África.
A partir de 1995, elas tinham turnê internacional mais de trinta vezes.
Além de suas performances pagas, elas também fizeram inúmeros benefícios para muitas organizações, entre elas o Conselho Nacional das Mulheres Negras. Elas também fizeram um esforço especial para usar seu talento para ajudar os jovens que têm aspirações no campo da música. Em paralelo com isso, elas contribuiram regularmente para o United Negro Fund.
Todas as irmãs são ativas em suas igrejas locais e na comunidade. Elas fazem um ponto especial de usar seu status de celebridade para incentivar os seus vizinhos, amigos e fãs para fazer uso de seu direito de voto.
Na década de 1960, elas começaram a aparecer em programas de rádio e televisão em todo o país. Entre suas muitas aparições, elas foram convidadas em "The Tonight Show, com Johnny Carson" e "The Oprah Winfrey Show". Elas foram apresentados muitas vezes sobre o prêmio Emmy produzidos localmente ganhando "Jubileu Showcase" e também apareceu em "The Stellar Awards", "Bobby Jones Show", "Living the Dream", um tributo de televisão para o Dr. Martin Luther King , ea "PTL Club." Em 1982, as Irmãs Barrett foram apresentadas no documentário aclamado pela crítica "Say Amen, Somebody" e em 1990, elas foram selecionadas para aparecer na PBS especial "Going Home Evangelho com a Patti LaBelle." Em janeiro passado, elas, juntamente com lendas protestantes, entre outros, participaram de um vídeo produzido por Ed Smith e Bill Gaither, intitulado "On My Way to Heaven". Artistas há muito tempo, The Sisters Barrett lançaram mais recentemente na I AM Records o álbum intitulado "What a Wonderful World". Elas estão se programando para gravar um novo álbum neste verão na etiqueta Brentwood.
Por causa de sua permanente contribuição para a música gospel, The Sisters Barrett foram convidados a realizar e participar do Seminário Black Music no Kennedy Center em Washington, DC, em que elas eram o único grupo góspel. Ainda no cenário gospel music, The Sisters Barrett continuam a viajar por todo o mundo. Elas estão atualmente escrevendo um livro sobre seus anos como artistas da música góspel.
Segue alguns vídeos que poderá ilustrar melhor o talendo de Delois Barrett Campbell e do grupo The Sisters Barrett:
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